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Ceará bate o Brasiliense no Castelão e se mantém no G-4 da Segundona

Ceará Anfitriões marcam gol logo no início, diminuem o ritmo e cedem o empate. Porém, Sérgio Alves entra no lugar de Wellington Amorim e garante triunfo

Em jogo parelho, o Ceará demonstrou toda a sua força no Castelão. Apesar de ter apresentado altos e baixos durante a partida, o time do técnico Paulo Cesar Gusmão venceu por 2 a 1. O Alvinegro balançou a rede logo aos sete minutos, sofreu um tento aos 38 da etapa final e ampliou o placar aos 44.

Com isso, o Ceará se manteve na terceira colocação da Série B, com 56 pontos - três atrás do Guarani e quatro do Vasco. Enquanto o Brasiliense não saiu dos 38 pontos - aumentando o jejum para quatro partidas sem vitórias.

Confira a classificação da Série B

Aos cinco minutos, Thiaguinho, do Brasiliense, dominou na entrada da área e bateu forte. A bola subiu muito e passou por cima do travessão. Dois minutos depois veio a resposta dos anfitriões. Misael recebeu passe na medida de Baiadeiro no segundo pau e bateu de primeira, no cantinho direito de Guto. 1 a 0 Ceará.

Aos 9, Wellington Amorin cruzou na área, Misael arrematou de peixinho, mas o goleiro do Brasiliense defendeu. Em seguida, x bateu colocado da entrada da área, a redonda tirou tinta da trave esquerda. Seis minutos depois, após cruzamento na área do Ceará, Cesar Augusto subiu mais que a zaga adversária e cabeceou à direita de Lopes.

Aos 23 minutos, Boiadeiro encheu o pé de fora da área, a bola desviou na zaga da equipe candanga e passou por cima da meta de Guto. A resposta dos amarelos veio em dois lances perigosos. O primeiro, três minutos depois, com Ricardinho chutando forte de fora da área. Lopes defendeu no susto. Na sequência, o veterano Fabio Junior dominou na entrada da pequena área, girou e bateu no cantinho direito. O goleiro do Ceará se esticou todo e colocou a redonda pela linha de fundo.

Etapa final é marcada por pressão alvinegra e bolas no travessão

No segundo tempo, os anfitriões retomaram o domínio do jogo. Impuseram ritmo eletrizante à partida e quase ampliam o placar aos 18 minutos. Em bola cruzada no segundo pau, Boiadeiro arrematou de carrinho e a redonda explodiu travessão. Um minutos depois, Geraldo foi à linha de fundo e cruzou para Anderson, que cabeceou sem direção pela linha de fundo.

Aos 28, Wellington Amorim se livrou da marcação e bateu colocado. A bola tirou tinta do ângulo direito de Guto. Quatro minutos depois, Misael recebeu passe na medida e ficou cara a cara com o goleiro adversário, mas o árbitro Leonardo Pedro Vuaden marcou impedimento. Com 34 minutos, o mesmo Misael bateu colocado da entrada da grande área e a bola carimbou o travessão. No rebote, Pedro Paulo praticamente recuou a redonda para o arqueiro candango.

Anderson marca contra, mas Sérgio Alves garante triunfo do Vozão

No entanto, aos 38 minutos, saiu o gol do Brasiliense. O zagueiro Anderson, ameaçado pelo atacante Somália, recuou a bola para o goleiro Lopes e acabou marcando contra o patrimônio: 1 a 1.

Aos 44 minutos, o Ceará deu números finais à partida. Em cruzamento de Boiadeiro da direita e no segundo pau, o atacante Sérgio Alves, livre de marcação, completou para as redes de cabeça: 2 a 1. Ele, que acabara de entrar no lugar de Wellington Amorim, provou que a torcida estava certa em pedir a sua presença na partida.

fonte:Globo esporte.

Glerton e Rosa estão dando um show

Dengue em Varjota é coisa do passadoO líder politico de varjota Glerton Paulino com sua experiencia na Area de adiministrção junto com a Prefeita Rosa Cândida e a secretaria de saúde do municipio Iara Vasconcelo deram um show de competencia na prevenção contra a DENGUE em Varjota pois quase não foi registrado casos dessa doença, bem diferente dos anos anteriores que varjota foi manchete em varios jonais do estado e até do brasil.
Hoje a historia é bem diferente graças a um planejamento bem feito da prefeitura, isso motra que Varjota tem uma Prefeita e um lider politico que realmente trabalhar por nossa cidade.
Mais não devemos esquecer que não depende só da prefeitura e sim de todos, cuidando de sua casa assim estaremo banindo a dengue de nossa cidade.

A cidade só tem a agradecer.

RIO 2016 que horgulho ser brasileiro

Rio 2016

Agora o Rio pode se dizer que está agora no calendário mundial do esporte com a a realização dos jogos olímpicos isso é muito bom muito bonito mais não devemos esquecer que a nossa cidade maravilhosa tem muitos problemas a ser solucionado em apenas em 7 anos mais com a ajuda do povo carioca que é muito solidario e claro que vão conseguir amenizar a maioria dos problemas.
com isso eu só tenho a dizer PARABÉNS RIO 2016

Artilharia do Ceará na Série B é dividida por 10

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Os 34 gols que levaram o time comandado por Paulo César Gusmão a ser um dos favoritos para o acesso à Série A em 2010 foram anotados por 10 de seus jogadores. O interessante é a distribuição dos tentos: até zagueiros e reservas ajudaram a transformar sua artilharia na quinta mais positiva.

A prova maior disso é que, na lista dos goleadores da Série B, o meia e capitão Geraldo, o que mais marcou pelo Ceará, oito gols, aparece numa modesta sétima colocação, ao lado de Luiz Carlos (Fortaleza), Mendes (Juventude), Ricardo Xavier (Guarani) e Washington (São Caetano). Em termos de especialista, o atacante melhor posicionado é Preto, em 12º, com sete gols.

Os outros goleadores do time de Porangabuçu são Wellington Amorim (5), Misael (4), Mota (3), Erivélton (2), Fabrício (2), além de Michel, Careca e Reinaldo, que fizeram apenas um. Os líderes nessa disputa são Edivaldo, do Duque de Caxias e Rafael Coelho do Figueirense, ambos com 12. O terceiro é Marcelo Nicácio, do Fortaleza, com 11.

Para o capitão Geraldo, esse quesito não tem qualquer importância para ele ou para o grupo. "O que nos interessa é levar o Ceará de volta à elite. Não importa quem faça o gol; o que interessa é que ele saia", ressalta o artilheiro do Vozão.

fonte:Diario do nordeste

Bombando na net

Graças à computação gráfica e ao carisma dos 98 bebês que participaram das gravações, mais de oito milhões de pessoas já baixaram as imagens na rede.

Wanessa Camargo um show para entrar para historia de Varjota

Wanessa Camargo

Ela foi um show aqui em varjota valeu apena ter vindo ver essa cantora que é considerada uma das maiores cantoras pop romantica do Brasil.

Wanessa Camargo em Varjota

 No proximo dia 05 de Julho Domingo, Varjota vai ser palco do maior show já visto nesta cidade com a maior cantora pop da atualidade.

 wanessa CamargoWanessa Camargo em Varjota 

      Esse show organizado pela CDL de varjota que vem a cada ano se aprimorando com a organização da FECOIVA e esse ano vem com força total alem desse grande show a a CDL tambem terá um sorteio de um carro zero km para todos que comprarão ao longo desse ano nos cormercios associados na CDL de Varjota.

Venha fazer parte dessa festa

Veja no blog da cantora:http://www.conexaowanessacamargo.blogger.com.br/

        Obrigado CDL de Varjota isso sim é acreditar em Varjota 

Flamengo 5 vezes Tri-Campeão carioca

flamengo.jpg            Hoje dia  no dia 03 de maio de 2009 o flamengo passou a ser o maior campeão carioca de de futebol passando o Fluminese com 30 titulos assim o Flamengo conquistou seu 31° titulo.

conheça mais um pouco o FLAMENGO

No início no remo

O Flamengo já nasceu com a garra e o espírito vencedor. A idéia da criação de um grupo organizado de remo surgiu em bate-papos de jovens do bairro no Café Lamas, no Largo do Machado. O objetivo era entrar na disputa com clubes de outros bairros, como o de Botafogo, que já atraíam a atenção das mocinhas da época.

Jovens remadores - José Agostinho Pereira da Cunha, Mário Spindola, Nestor de Barros, Augusto Lopes, José Félix da Cunha Meneses e Felisberto Laport – resolveram comprar um barco. O escolhido foi um já velho, porém adequado às finanças disponíveis. Cotizaram o dinheiro, adquiriram o primeiro patrimônio, que foi nomeado de Pherusa, e fizeram uma reforma completa para utilizá-lo.

No dia 6 de outubro, os jovens, mais Maurício Rodrigues Pereira e Joaquim Bahia, foram dar a primeira volta com o barco. Saíram da Ponta do Caju, na praia de Maria Angu (atual Ramos), de tarde. Mesmo com o tempo ameaçador no céu, Mário Spindola dirigiu rumo à praia do Flamengo. Então, o primeiro grande desafio do grupo surgiu. O forte vento virou a embarcação e os náufragos tiveram que se segurar no que restou da Pherusa.

Joaquim Bahia, excelente nadador, saiu até a praia em busca de ajuda. Mas a chuva cessou e logo apareceu um outro barco, o Leal, de pescadores da Penha, e fez o resgate dos jovens e da Pherusa. A preocupação passou a ser Bahia, que depois de quatro horas chegaria à praia, tornando-se o primeiro herói do Flamengo.

A recuperação de Pherusa foi iniciada novamente. Quando ela já estava quase pronta, foi roubada e nunca mais vista. Mas o entusiasmo em fundar um grupo de regatas não desapareceu.

Os jovens decidiram comprar outro barco. George Lenzinger, José Agostinho, José Félix e Felisberto Laport entraram na história, juntaram o dinheiro necessário e compraram o Etoile, de Luciano Gray, logo batizado de Scyra e registrado na Union de Canotiers.

Na noite de 17 de novembro de1895, no casarão de Nestor de Barros, número 22 da Praia do Flamengo, onde era guardada a Pherusa e depois a Scyra, foi fundado o Grupo de Regatas do Flamengo e, com ele, eleita a sua primeira diretoria: Domingos Marques de Azevedo, presidente; Francisco Lucci Colás, vice-presidente; Nestor de Barros, secretário; Felisberto Cardoso Laport, tesoureiro.

Destacados ainda como sócios-fundadores, José Agostinho Pereira da Cunha, Napoleão Coelho de Oliveira, Mário Spíndola, José Maria Leitão da Cunha, Carlos Sardinha, Eduardo Sardinha, José Felix da Cunha Menezes, Emygdio José Barbosa (ou Emygdio Pereira, ou ainda Edmundo Rodrigues Pereira, há controvérsias) Maurício Rodrigues Pereira, Desidério Guimarães, George Leuzinger, Augusto Lopes da Silveira, João de Almeida Lustosa e José Augusto Chalréo, sendo que os três últimos faltaram à reunião, mas assinaram a ata dias depois e receberam o título.

No encontro, foi acordado que a data oficial seria a de 15 de novembro, pois no aniversário do Flamengo sempre seria feriado nacional (Dia da Proclamação da República), e que as cores oficiais seriam azul e ouro, em largas listras horizontais.

Primeiras competições, vitórias e mudanças

A preocupação com o nacionalismo foi marcante no início do Flamengo. Primeiramente, a denominação de grupo, ao invés de clube, palavra estrangeira. Depois, com a aquisição de novos barcos ao longo dos anos, a origem dos nomes foi a indígena (Aymoré, Iaci e Irerê) ao invés dos antigos, derivados do grego (Pherusa e Scyra).

Mas foi com a Scyra mesmo que o Flamengo entrou em sua primeira competição. Um fiasco, causado pela inexperiência dos seus remadores, que comeram um bacalhau à portuguesa com vinho verde antes da disputa. O barco bateu na baliza de sinalização, a tripulação enjoou e, no fim, a embarcação do Botafogo rebocou a Scyra. Passado o primeiro vexame, o Flamengo começou a competir, mas só conseguiu chegar em segundo e terceiro lugar. Por isso, foi logo chamado de Clube de Bronze.

A primeira vitória veio no dia 5 de julho de 1898, na I Regata do Campeonato Náutico do Brasil, com Irerê, uma baleeira a dois remos. Nesta época, o Flamengo já reunia seguidores de todas as classes sociais, dos intelectuais, passando pelas famílias tradicionais, até os empregados de comércio, todos torcedores fanáticos do grupo. As mocinhas que caminhavam na praia do Russel acabam sempre no número 22 e a sede do Flamengo ficou conhecida como a "República da Paz e do Amor".

Antes um pouco, em 23 de novembro de 1896, uma das mudanças mais significativas na história do Flamengo. Como as camisas do uniforme, listradas nas cores azul e ouro, eram importadas da Inglaterra e desbotavam com facilidade devido ao sol e ao mar das competições do remo, Nestor de Barros propôs que elas fossem para vermelha e preta. Junto com a mudança das cores e o crescimento do Flamengo, veio a transformação de Grupo em Clube, sugerida pelo poeta e cronista Mário Pederneiras. Estava definitivamente concretizado o amor rubro-negro pelo Clube de Regatas do Flamengo.

Futebol disputa espaço com o remo

Depois de começar mal no remo, o Flamengo foi pegando experiência com o tempo. Afinal, outros grupos já existiam há mais tempo e venciam as competições com maior freqüência, como o Gragoatá, o Botafogo e o Vasco da Gama. As primeiras provas eram conquistadas enquanto a paixão pelo clube aumentava.

A partir do início do século XX, o futebol começava a disputar popularidade na cidade do Rio de Janeiro com o remo. Mas, como o clube rubro-negro não dispunha de departamento de esportes terrestres, seus sócios eram obrigados a acompanhar o Fluminense também, pois em Laranjeiras havia um time para torcer.

O maior exemplo desta divisão era Alberto Borgerth. Pela manhã, era remador no Flamengo. À tarde, representava o Fluminense no futebol. Os torcedores, sem opção para acompanhar os dois esportes em um só clube, seguiam o mesmo comportamento, dividindo-se na paixão clubística.

O Flamengo, então, começou a dar os seus primeiros passos no nobre esporte bretão. O clube começa a disputar alguns amistosos. No primeiro, realizado dia 25 de outubro de 1903 no Estádio do Paissandú Atlético Clube, perde do Botafogo por 5 a 1, com a seguinte formação: G.V. de Castro, V. Fatam, H. Palm, Sampaio Ferraz, A. Gibbons (capitão), L. Neves, C. Pullen, M. Morand, A. Vasconcelos, D. Moutinho e A. Simonsen, com os reservas M. Gudin e A. Furtado.

Uma curiosidade é que o time de futebol não entrava em campo com o uniforme oficial do Flamengo. No primeiro jogo, vestiu camisas brancas e shorts pretos. Depois, foi obrigado a usar o Papagaio de Vintém e a Cobra Coral. O esporte era malvisto pelo remo rubro-negro e, por isso, o clube só se filiou à Liga Metropolitana de Futebol – criada em 1905 - em 1912, depois do ingresso dos ex-tricolores, ficando cerca de nove anos disputando somente amistosos.

O futebol oficial no Flamengo

O futebol do Flamengo é dissidente do Fluminense. Em 1911, o tricolor estava às vésperas do título carioca, mas, atravessava grave crise interna. O capitão do time, Alberto Borgeth (o mesmo que remava pelo Flamengo), se desentendeu com os dirigentes e, depois de conquistado o campeonato, liderou um movimento de saída das Laranjeiras. Dez jogadores campeões deixaram o Fluminense: Othon de Figueiredo Baena, Píndaro de Carvalho Rodrigues, Emmanuel Augusto Nery, Ernesto Amarante, Armando de Almeida, Orlando Sampaio Matos, Gustavo Adolpho de Carvalho, Lawrence Andrews e Arnaldo Machado Guimarães.

Dia 8 de novembro, foi aprovado o ingresso dos novos sócios. Os remadores do Flamengo, porém, não eram favoráveis à dedicação oficial do clube rubro-negro ao futebol, caso que estava sendo analisado por uma comissão da qual o líder era justamente Alberto Borgerth.

Mas não teve jeito mesmo. Em assembléia realizada no dia 24 de dezembro de 1911, o Flamengo criou oficialmente o seu time de futebol, sob a responsabilidade do Departamento de Esportes Terrestres.

A equipe treinava na praia do Russel e conquistava maior simpatia ainda com o povo, que acompanhava de perto os atletas no dia-a-dia. No primeiro jogo oficial, realizado dia 3 de maio de 1912, no campo do América, na Campos Sales, uma goleada, a maior da história do clube. O Flamengo venceu o Mangueira por incríveis 15 a 2. A equipe rubro-negra jogou com Baena, Píndaro e Nery; Curiol, Gilberto e Galo; Baiano, Arnaldo, Amarante, Gustavo de Carvalho, e Borgerth. Gustavo Adolpho de Carvalho marcou o primeiro gol oficial da história do Flamengo e fez outros três no jogo. Arnaldo (4), Amarante (4), Borgeth (2) e Galo (1) completaram o placar.

Como não possuía um campo próprio, o Flamengo mandava os seus jogos no Fluminense. Depois de um tempo, arrendou um espaço na rua Paissandu, de propriedade da família Guinle, e parou de considerar o estádio das Laranjeiras como a sua casa.

O primeiro FLA X FLU e os primeiros títulos

No dia 7 de julho de 1912, o Flamengo disputou o seu primeiro Fla x Flu. Os campeões dissidentes do tricolor que passaram a defender o rubro-negro, porém, surpreendentemente perderam por 3 a 2 no confronto com o ex-clube. Muitos dizem que por causa desta derrota é que abriu-se a enorme ferida que alimenta a eterna rivalidade do clássico mais famoso do mundo, o único que tem nome próprio.

Mas a primeira derrota para o rival não abalou em nada o ânimo rubro-negro. Nos oito primeiros anos de disputa futebolística, dois tricampeonatos nos 2º Quadros (aspirantes da época), 1912/13/14 e 1916/17/18, dois vice-campeonatos, em 1912/13, e um bicampeonato com a equipe principal, 1914/15.

No primeiro título oficial conquistado pelo Flamengo, apenas uma derrota, para o Botafogo, por 2 a 1. Já o bicampeonato foi invicto. Destacou-se nas duas campanhas o artilheiro Riemer, com 8 gols em 1913, 14 e 15.

Conforme ia se afirmando como esporte importante no clube, o futebol mudava de uniforme. Em 1912, a estréia oficial foi feita com a camisa quadriculada em vermelho e preto, logo apelidada jocosamente de Papagaio de Vintém pelos adversários. No ano seguinte, mudança para as listras vermelha e preta, sendo que com um friso branco entre uma e outra. Também ganhou apelido, o de Cobra Coral. Como era muito semelhante ao pavilhão fascista alemão, em 1914 ficou determinado finalmente que os jogadores do futebol poderiam usar o mesmo uniforme dos remadores, implantando-se, enfim, a igualdade nos dois esportes. O resultado foi a conquista do primeiro título. Superstição ou não, funcionou e continuou assim.

Mas, após o bicampeonato de 1914/15, o Flamengo sofreu um duro golpe. A família Guinle não quis renovar o contrato de arrendamento do campo de treino da rua Paissandu, dando somente a opção de compra. Como o clube não dispunha de verbas para investimento de tal vulto, ficou com o prazo até o dia 31 de dezembro de 1931 para deixar o local.

A conquista definitiva do povo

A década de 20 foi boa para o Flamengo. Depois de conquistar os títulos de 1914/15 no futebol, o clube voltou a levantar o título carioca em 1920, de forma invicta e marcando a primeira dobradinha com o remo - que havia ganho pela primeira vez no bicampeonato de 1916/17 - sendo campeão de terra e mar.
A taça de 1920 também foi importante para aumentar ainda mais a rivalidade com o Fluminense. Com a conquista, o Flamengo impediu, pela primeira vez, um tetracampeonato do tricolor.

Em 1921, novo título no futebol. Os principais nomes do time eram os atacantes Junqueira, Candiota, Nonô e Sidney, Porém, nos três anos seguintes, o Flamengo foi vice-campeão seguidamente, voltando a conquistar o Carioca somente em 1925. Nesta campanha, só foi derrotado uma vez - pelo Fluminense, placar de 3 a 1 -, venceu pela primeira vez outro tradicional rival, o Vasco da Gama, por 2 a 0, e teve em Nonô o grande artilheiro e destaque novamente, com 27 gols em 18 jogos.

Açude Araras

Açude Araras No dia 25 de Abril de 2009 o açude Paulo Sarasate popularmante conhecido como açude Araras atingil sua terceira maior capacidade quando atingila marca de 1.60 foi menor apena da cheia de 1974 quando atingil a marca de 1.80m de sangria.

A população de varjota está feliz com a sangria do açude mais ao mesmo tempo está apreensiva com a forma das cheias do rio acarau que abastece o açude, A cidade de Sobral está passando um problema com  a cheia do rio acarau e temem que se forem aberta as comportas do açude araras pode aumentar mais ainda os desabrigado, pois desde do açude araras até a cidade de Sobral o rio vem deixando um rastro muitos desabrigados que pode se agravar pois segundo os méteorologistas as chuvar podem durar até o mês de julho.

Na CE 366 que liga a cidade de Varjota a cidade de Santa Quitéria, na ponte que passa sobre a sangria do açude araras já está sendo afetada por ser grande volume de agua que passa por ela e apopulação teme que a sangria demorar muito tempo a ponte pode ser atingida com maior gravidade ou até mesmo cair.

Morreu o Touro Bandido

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Touro Bandido, estrela de novela em 2005, é enterrado em Barretos

Animal, personagem do televisivo América, morreu no domingo (4).
Vítima de câncer de pele, ele foi sepultado no interior de São Paulo.

Do G1, com informações do BDSP

O Touro Bandido, que ficou famoso em 2005 ao estrelar uma novela da Rede Globo, foi enterrado neste domingo (4) no Parque do Peão de Boiadeiros, em Barretos (distante 423 km da capital de São Paulo).

O animal morreu no domingo, em Icém (496 km de SP), por conta do agravamento de um câncer de pele próximo aos olhos, que o atacou havia seis meses. Ele tinha 15 anos de idade e deixou quatro clones, 70 filhos e duas mil amostras de sêmen congeladas.

Bandido ficou conhecido por ser o mais bravo dos rodeios em 2001 depois de ter levantado o peão Ney Leovam Tomazelli a seis metros do chão com uma cabeçada. Quatro anos depois, foi personagem da novela América.

Para homenageá-lo, os organizadores da festa do peão vão construir uma estátua em tamanho natural do touro. Bandido participou de mais de 200 rodeios